Osmarmotta · 28 Gravações de 2002 e 2003
Mostrar Que Eu Te Queria
Gosto Tanto De Você
A Carta (Voou Pela Janela)
Sempre Há Quem Diga
Osmarmotta era a banda que eu tinha em 2003. Estas quatro são do disco daquele ano.
Ela nunca foi embora. Achei dois discos que a minha banda gravou em 2002 e 2003, perdidos dentro de um HD. São 28 gravações, e elas custam R$ 3,90.
E eu voltei a compor. O primeiro EP novo sai em 30 de outubro, e já está à venda.
28 gravações · catorze centavos cada
Não foi uma decisão. Ninguém senta um dia e decide parar.
Foi uma coisa adiando a outra. O violão foi ficando no canto. A ideia boa virou áudio no celular, e o áudio virou uma pasta que eu não abria mais. Um dia eu percebi que fazia anos que eu não terminava nada.
Você já teve uma melodia que não saía da cabeça e morreu ali. Já gravou alguma coisa no celular e nunca mais ouviu. Já disse "esse ano eu vou" e o ano acabou. Já viu gente com metade do seu talento lançando, enquanto o seu ficou na gaveta.
O problema nunca foi falta de música. Foi nunca chegar até o fim.
Osmarmotta · 28 Gravações de 2002 e 2003
Mostrar Que Eu Te Queria
Gosto Tanto De Você
A Carta (Voou Pela Janela)
Sempre Há Quem Diga
Osmarmotta era a banda que eu tinha em 2003. Estas quatro são do disco daquele ano.
Você recebe os dois discos do mesmo jeito que receberia um disco comprado: com capa, nome, as faixas na ordem certa e um e-mail confirmando.
Paga uma vez e as músicas são suas.
E-mail de confirmação, área para acessar, capa e tracklist. Não é um monte de arquivo solto.
Baixa, guarda, ouve quantas vezes quiser. Ou nunca mais. Você decide depois de ouvir, que é como deveria ser.
Demo 2002 com quinze faixas e Tudo Junto Com Doistê, de 2003, com treze. Vinte e oito gravações na hora da compra, sem espera.
Em 2026 eu parei de esperar a hora certa. Assumi um compromisso, e assumi na frente dos outros: 92 músicas autorais em 23 meses. Quatro por mês. Sem falhar.
Público de propósito. Porque promessa que eu fiz só pra mim eu já quebrei muitas vezes. Promessa feita na frente dos outros é mais difícil de quebrar, e é a única coisa que funcionou comigo em vinte anos.
E resolvi fazer tudo à vista. Não só as músicas prontas. O caminho. Ter a ideia, compor, gravar, mixar, masterizar, lançar, distribuir e divulgar, com o take que não prestou e a semana em que eu quase não entreguei.
Essa é a pergunta honesta, e eu respondo com o número antes do método: escrevi 32 músicas entre 20 de fevereiro e 5 de abril deste ano. Quarenta e cinco dias. Uma a cada dia e meio, depois de vinte anos sem terminar nenhuma. Hoje são setenta e duas.
Não foi disciplina nova. Foi ter invertido uma ordem que todo mundo segue sem perceber.
Todo mundo compõe, grava e só então ouve como ficou.
Eu ouço como fica, e só então gravo.
São sete passos e a ferramenta entra em um. O rascunho não é a música: é o ponto de partida, e o que sobra dele no fim varia.
Isso destravou a criação. Gravar, mixar e masterizar continuam custando o que sempre custaram, e é o que eu estou fazendo agora, uma por uma.
O primeiro dos 17. Este é pago.
R$ 21 pagamento único
Compra pela Hotmart, com 7 dias de garantia. Você está comprando um EP: o Marco Zero. Os outros 16 saem ao longo dos 23 meses, cada um por R$ 21, e nada aumenta de preço para quem chega depois.
As primeiras 100 pessoas que comprarem o EP Marco Zero entram como fundadoras do Projeto Fênix.
Os 17 EPs vão sair com os nomes dos fundadores nos créditos. Todos os 17, inclusive os que saírem daqui a dois anos.
Ao longo dos 23 meses eu vou reunir o caminho inteiro num curso de implementação, da ideia à distribuição. Fundador recebe sem pagar nada a mais.
Cada EP novo chega primeiro no grupo dos fundadores.
Quando as 100 vagas acabarem, acabaram. Quem entrar em 101 compra o mesmo EP pelo mesmo preço, mas não é fundador.
Quero ser um dos 100Para quem gosta de música autoral e quer acompanhar uma nascendo, do rascunho ao lançamento.
E para quem tem música guardada e nunca viu ninguém percorrer o caminho inteiro sem edição e sem promessa de atalho.
Se você só quer ouvir, também serve. São R$ 3,90.
Daqui a dois anos eu vou ter 92 músicas lançadas, e a sua vai continuar naquela pasta que você não abre.
Ou você leva 28 gravações por R$ 3,90 e decide depois de ouvir.
Os dois discos, com 28 gravações, na hora da compra.
Porque são de 2002 e 2003 e já foram lançadas na época. Não faz sentido cobrar caro por elas. Faz sentido você ouvir e decidir se quer o que vem agora.
Não. Paga uma vez, recebe os arquivos e acabou. Não vira assinatura e não cobra de novo.
Uso, no primeiro rascunho, do jeito que está descrito ali em cima. A ferramenta me devolve um esboço cantado que eu uso como referência de interpretação, igual a uma demo. Depois eu reescrevo a letra, ajusto a melodia e gravo. A faixa final é eu cantando e tocando.
Quatro músicas novas, em 30 de outubro de 2026, por R$ 21.
Não, em nenhum dos dois. Cada compra é uma vez só.
Não. Tem gente que quer só ouvir e tem gente que quer aprender a fazer. Cabem os dois.